O diagnóstico do câncer de testículo é rápido, preciso e altamente eficaz, e isso faz toda a diferença no sucesso do tratamento. Ele combina avaliação clínica, exames de imagem e marcadores no sangue para uma confirmação segura.
Como o diagnóstico é feito:
1. Avaliação clínica
O primeiro passo é o exame com o urologista, que analisa os testículos em busca de nódulos, endurecimento ou aumento de volume.
Além disso, o histórico do paciente ajuda a identificar sinais como sensação de peso, crescimento rápido ou desconforto.
2. Ultrassonografia do escroto
É o exame-chave: rápido, indolor e extremamente preciso.
Permite diferenciar nódulos suspeitos (sólidos) de alterações benignas (císticas).
3. Marcadores tumorais no sangue
Alguns tumores liberam substâncias detectáveis, fundamentais para diagnóstico e acompanhamento:
- AFP (Alfa-fetoproteína)
- β-HCG (Gonadotrofina coriônica beta)
- LDH (Desidrogenase lática)
4. Retirada ou biópsia do testículo: confirmação por anatomopatologia
5. Tomografia computadorizada: Avalia se houve disseminação para linfonodos ou órgãos no abdome e pelve ou pulmões, orientando o tratamento com precisão.
O câncer de testículo tem uma das maiores taxas de cura da oncologia, mas isso depende diretamente de um diagnóstico correto e precoce. Não ignore sinais. Não adie exames. O diagnostico precoce transforma uma doença grave em uma história de cura.