A doença está associada principalmente à higiene íntima precária, à infecção pelo pipolmavírus humano (HPV) e à fimose (excesso de pele no pênis que impossibilita a exposição da cabeça do pênis).
O diagnóstico é realizado pelo exame clínico, observando uma lesão no pênis ulcerada ou vegetante, com biópsia da lesão e confirmação no exame anatomopatológico.