A Clínica Salus é um centro de referência em urologia oncológica, que conta com uma infraestrutura moderna e um ambiente acolhedor, destacando-se pela excelência em prevenção, diagnóstico, tratamento e cura do câncer urológico.
Oferecemos tratamentos clínicos avançados, além de procedimentos cirúrgicos de última geração, com foco em técnicas minimamente invasivas, como cirurgia robótica, a laser e endoscópica. Adotamos uma abordagem multidisciplinar, personalizada e integral, garantindo que cada paciente receba o tratamento mais adequado às suas necessidades e alcance o melhor resultado possível.
Na Clínica Salus, oferecemos tratamentos multimodais de vanguarda, que combinam drogas oncológicas, radioterapia e cirurgia, alcançando resultados promissores no tratamento de diversos tipos de tumores urológicos, incluindo aqueles em estágios mais avançados.
Com mais de 20 anos de experiência na área, somos especialistas em tumores urológicos, atuando tanto no ambiente acadêmico quanto na clínica privada. Nos dedicamos à pesquisa, ensino e ao tratamento de cânceres de próstata, rim, bexiga, testículos, pênis, retroperitôneo e glândula adrenal, sempre oferecendo as opções mais modernas e eficazes para cada caso.
Nosso compromisso inabalável com a sua saúde, segurança e qualidade de vida é refletido na confiança que nossos pacientes depositam em nós, resultado da nossa dedicação constante à excelência no cuidado oncológico urológico, abordando o paciente de forma integral, tanto em sua plenitude física quanto mental.
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Na Clínica Salus, nossa prioridade é diagnosticar o tumor urológico em sua fase inicial, quando as chances de cura são significativamente maiores.
Além disso, oferecemos os tratamentos mais avançados e eficazes, visando garantir os melhores resultados para cada caso. Adotamos uma abordagem humanizada, reunindo pacientes e suas famílias para esclarecer todas as dúvidas, aliviar a ansiedade e os receios. Explicamos detalhadamente as opções de tratamento, os riscos e benefícios de cada uma, a evolução pós-operatória e as possibilidades de cura, além de orientarmos sobre o acompanhamento contínuo após o tratamento.
Nosso compromisso vai além do atendimento médico de excelência. Estamos dedicados a fornecer também apoio emocional e informações claras, para que o paciente e sua família se sintam seguros, confiantes e bem-informados em todo o processo de tratamento.
O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre os homens e a segunda principal causa de morte por câncer no sexo masculino.
No Brasil, o câncer de próstata afeta milhares de homens, os quais só apresentam sintomas em estágios avançados, quando a doença já é incurável. Por isso, o rastreamento é fundamental para detectar o tumor assintomático e em sua fase inicial, quando é plenamente curável.
Se, durante um exame de rotina, for identificado um PSA elevado ou um nódulo na próstata, é essencial procurar um urologista para avaliação. Caso o diagnóstico seja de câncer de próstata, é importante manter a calma. O prognóstico e o tratamento dependem de vários fatores, e o câncer de próstata, quando detectado precocemente, apresenta altas taxas de cura. Estamos aqui para oferecer o apoio necessário e orientá-lo em cada etapa, sempre com foco no melhor resultado para sua saúde, segurança e qualidade de vida.
Na Clínica Salus, estamos comprometidos em oferecer um cuidado integral, garantindo que nossos pacientes recebam o melhor acompanhamento em todas as etapas, desde a detecção inicial até o tratamento final. Nossa missão é estar ao lado de cada paciente, proporcionando suporte contínuo e assegurando que cada fase do processo seja tratada com a máxima dedicação, atenção e excelência.
O câncer de próstata, na grande maioria dos casos, apresenta um crescimento lento e pouco agressivo. Em cerca de 30% dos casos, não é necessário iniciar um tratamento imediato. Com os avanços tecnológicos, os tratamentos cirúrgicos têm proporcionado excelentes resultados, tanto em termos oncológicos quanto funcionais e estéticos. Mesmo nos estágios mais avançados da doença, os tratamentos de última geração têm mostrado bons resultados, oferecendo opções eficazes para o controle da doença e a manutenção da qualidade de vida dos pacientes.
Após uma análise de vários fatores relacionados à doença, o uro-oncologista esclarece as dúvidas, alivia a ansiedade e os temores dos pacientes, explicando minuciosamente as melhores opções de tratamento. Isso inclui uma avaliação cuidadosa dos custos, riscos e benefícios de cada abordagem terapêutica. Além disso, o especialista orienta sobre a evolução pós-operatória, as possibilidades de cura e o acompanhamento, garantindo que o paciente e sua família compreendam o processo de tratamento de forma clara e completa. Com esse suporte, os pacientes se sentem mais confiantes e preparados para enfrentar o tratamento e a recuperação com segurança e tranquilidade.
– Iniciar aos 50 anos, 45 a se pai ou irmão com Ca de próstata
– Ideal <2,5 ng/mL até 60 anos e < 4 ng/mL após os 60 anos
Eleva com a idade, próstatas inflamadas, infecção urinária, próstatas grandes, ejaculação, manipulação retal e uretral etc.
– Ressonância nuclear magnética multiparamétrica da próstata
– Identifica áreas ou nódulos suspeitos, não vistos pelo toque retal
– Excelente para detectar os tumores mais graves
*PET-CT de PSMA: exame mais específico, reúne TC e cintilografia, muito utilizado na investigação de recidiva tumoral após um tratamento curativo.
O câncer de rim, também conhecido como carcinoma renal, é um tumor relativamente raro, mas é o tipo de câncer urológico mais letal. Geralmente, é um tumor de crescimento lento, mais comum em homens com idades entre 50 e 70 anos. Na maioria das vezes, esses tumores estão em fase inicial e são descobertos incidentalmente, ou seja, durante exames de imagem realizados para investigar outras condições de saúde.
Quando diagnosticado precocemente, o câncer de rim costuma ser assintomático e apresenta boas chances de cura, especialmente quando o tumor é pequeno e localizado. Ele pode ser detectado por meio de exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética, frequentemente realizados para investigar dor abdominal ou outros problemas renais.
Nos casos em que o tumor é identificado de forma incidental em sua fase inicial, o tratamento cirúrgico é altamente eficaz. Porém, quando não tratado, o câncer de rim pode se espalhar para outros órgãos, o que dificulta significativamente o tratamento e reduz as chances de cura.
Nos casos avançados de câncer de rim, quando o tumor se espalha para outros órgãos (metástases), a doença torna-se, geralmente, incurável. No entanto, os avanços no tratamento têm sido notáveis nos últimos anos, especialmente com o desenvolvimento de terapias de alvo molecular e imunoterapia. Esses tratamentos sistêmicos, agora considerados de primeira linha, têm mostrado resultados promissores no controle da doença e na melhoria da sobrevida dos pacientes, mesmo nos estágios mais avançados.
As terapias de alvo molecular atuam diretamente nas células cancerígenas, bloqueando sinais que favorecem o crescimento do tumor. Já a imunoterapia estimula o sistema imunológico do paciente a combater as células tumorais, intensificando a resposta imune contra o câncer.
Quando, durante um exame de rotina, é detectado um cisto, nódulo ou massa renal, é essencial procurar um urologista imediatamente para avaliação. O especialista poderá solicitar uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética para confirmar a presença de um tumor. O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para aumentar as chances de sucesso no combate à doença.
O câncer de bexiga é o segundo tumor mais comum do trato geniturinário e representa a quinta causa de morte por câncer em adultos idosos.
Inicialmente, cerca de 70% dos tumores são superficiais, ou seja, não comprometem a camada muscular da bexiga. Após o tratamento inicial, geralmente realizado por ressecção transuretral do tumor, podem ocorrer altas taxas de recidiva, que variam de 30% a 80% dos casos. Dependendo de fatores de mau prognóstico, como tumores de alto grau, múltiplos, maiores que 3 cm, a presença de carcinoma in situ e o estadiamento (se limitado à mucosa ou submucosa), pode ser necessário adotar tratamentos adicionais, como a imunoterapia intravesical com Onco-BCG.
A vigilância pós-tratamento, por meio de cistoscopia, é essencial para detectar precocemente qualquer sinal de recorrência da doença.
Quando os tumores de bexiga invadem a camada muscular, o que ocorre em cerca de 30% dos casos, o prognóstico se torna mais grave. A invasão muscular indica que o câncer é mais agressivo e tem maior potencial de disseminação para outros órgãos, seja por meio da corrente sanguínea ou linfática. Esses tumores estão associados a um risco elevado de metástases, o que torna o tratamento mais complexo e exige um acompanhamento mais rigoroso.
Os principais fatores de risco para o câncer de bexiga são o tabagismo, presente em 50% dos pacientes, e a exposição prévia à radioterapia.
Portanto, se um paciente idoso e tabagista apresentar sangue vivo na urina, é fundamental que procure imediatamente um urologista para investigar a possibilidade de tumor no trato urinário, especialmente na bexiga.
em exame de ultrassom, tomografia computadorizada ou ressonância magnética
*** O uro-oncologista é um especialista que após analisar estes fatores pode esclarecer dúvidas, aplacar ansiedade e temores, explicar as melhores opções de tratamento, os custos, os riscos e benefícios de cada um, a evolução pós-operatória, as possibilidades de cura e como é realizado o seguimento.
O câncer de testículo é um tumor raro, representando apenas 1% de todas as neoplasias malignas em homens. Seu crescimento é rápido e é mais comum em homens jovens, com idades entre 15 e 35 anos.
Embora tenha um crescimento rápido, o câncer de testículo geralmente apresenta uma alta taxa de cura, graças aos avanços nos exames de diagnóstico, nos marcadores tumorais, nas técnicas cirúrgicas e na excelente resposta aos tratamentos com quimioterapia e radioterapia. No entanto, o teratoma é uma exceção, sendo que o único tratamento eficaz para esse tipo de tumor é a abordagem cirúrgica.
A criptorquidia, condição em que um ou ambos os testículos não descem corretamente para o escroto, é um fator de risco conhecido para o câncer de testículo. Embora a correção da criptorquidia (colocação do testículo no escroto) não previna o desenvolvimento do câncer, ela melhora o prognóstico, pois facilita a visualização e palpação do testículo, o que permite a detecção precoce de tumores.
Portanto, caso um adolescente perceba uma tumoração indolor no testículo, é fundamental que procure imediatamente um urologista para avaliação e diagnóstico.
O câncer de pênis é um tumor raro, correspondendo a apenas 2% de todas as neoplasias malignas masculinas, sendo mais comum na sexta década de vida.
O desenvolvimento desse tipo de câncer está frequentemente associado à presença de fimose, à higiene inadequada e a infecções causadas pelo papilomavírus humano (HPV). O tratamento das lesões penianas é predominantemente cirúrgico, podendo envolver a remoção parcial ou total do pênis, dependendo da extensão do tumor.
Na doença avançada, seja localmente ou com metástases, tratamentos como quimioterapia e/ou radioterapia podem ser realizados para o controle da doença, embora os resultados muitas vezes sejam insatisfatórios.
Caso surja uma lesão peniana ulcerada que não cicatriza ou uma lesão vegetante em crescimento, é fundamental procurar um urologista imediatamente para avaliação.
O câncer de adrenal é um tumor primário raro e de prognóstico geralmente desfavorável, representando apenas 0,02% de todas as neoplasias malignas. Ele é mais comum em mulheres, com uma relação de 2:1, e costuma afetar indivíduos com mais de 50 anos.
Aproximadamente 95% das massas adrenais encontradas são adenomas corticais não funcionais, ou seja, não produzem hormônios e têm menos de 5 cm de diâmetro. Os tumores de adrenal apresentam resposta limitada à quimioterapia e à radioterapia, tornando o tratamento predominantemente cirúrgico. Nesse contexto, é essencial ter cuidado para evitar a ruptura do tumor, pois isso pode aumentar o risco de implantação local e recidiva do câncer.
Caso o tumor seja funcionante, é necessário administrar corticóides no pré e pós-operatório, pois a adrenal contralateral pode estar suprimida. No caso de feocromocitoma, deve-se iniciar o uso de alfabloqueadores pelo menos duas semanas antes da cirurgia, a fim de prevenir episódios de hipotensão ou hipertensão maligna durante o procedimento. Além disso, betabloqueadores podem ser indicados se houver arritmia cardíaca ou taquicardia.
Se você tiver um nódulo adrenal, independentemente dos sintomas, é fundamental procurar imediatamente um urologista para avaliação.